O ator inglês Alan Rickman morreu aos 69 anos após luta contra um câncer. A morte foi confirmada por sua família, ao jornal inglês "The Guardian".
Metaleiros, cantores, artistas e escritores lamentaram a morte de Lemmy Kilmister, o icônico vocalista e baixista do Motörhead, nesta segunda-feira (28/12).
Fundador da banda britânica de heavy metal, ele foi vítima de uma forma "extremamente agressiva de câncer", descoberta no último sábado (26/12). Segundo publicação na página oficial do grupo no Facebook, ele estava em sua casa, com sua família.
Quarenta anos depois de sua criação, a banda metaleira ainda tem um séquito de fãs fiel, graças à sua destruidora guitarra e à voz inconfundivelmente grave de Lemmy.
Ao longo da carreira, lançaram cerca de 20 álbuns, alcançando 30 millhões de discos vendidos ao redor do mundo.
A Lemmy!!...UM BRINDE!!!', afirma David Coverdale, vocalista do Whitesnake, no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter/@davidcoverdale)
Phil Anselmo, vocalista do Pantera, lamentou a morte de Lemmy Kilmister, no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter/philiphanselmo)
Synchronicity is a mind-bending ‘Sci-fi Noir’ about a physicist who invents a time machine, and the mysterious femme fatale trying to steal it. He must travel back in time to uncover the truth about the machine, the girl, and his own reality.
O telefone tocava repetidamente e já eram três horas da manhã, o barulho irritante a acorda instantaneamente. Leva o travesseiro a cabeça, a fim de tentar abafar o som que aquele maldito telefone produzia, em vão. Levantou e abriu a porta do quarto, e como se tivesse previsto, o barulho cessou bruscamente.
"- Ahh."
Ela soltou um gemido de descontentamento. Levantara atoa e depois não conseguira dormir.
"- Maldição…"
A noite seguinte não fora diferente, exatamente às três horas, o telefone tocou. Dessa vez por mais vezes, ela não iria levantar atoa de novo, mesmo se tivesse que passar a noite inteira acordada, quase nunca atendia telefonemas, seus pais tinham morrido e não costumava ter amigos, nem ao menos olhava para aquele aparelho.
As três e dez, o barulho cessou novamente.
- Mas o que…? - Ela sentiu algo vibrar em seu bolso esquerdo e lembrou que havia dormido com o celular. Pegou-o e levou até alguns centímetros da face, a luz quase a cegou, mas depois de um tempo havia se acostumado com a claridade incômoda. Era uma mensagem.
Sem remetente, que dizia apenas: “Atenda o telefone.”
Ela se levantou de má vontade e foi cambaleando até a sala onde ficava o telefone, o pegou na mão e esperou que ele tocasse novamente. O que aconteceu.
- Alô? Quem é? Sabe que horas...
Um barulho de linha interrompida, ela foi acender a luz para ver o que tinha acontecido e a mesma havia queimado. Apalpou o fio que levava a tomada, puxou-o por inteiro. Ele nem estava conectado.
O som do celular vibrando no silêncio, seu coração acelerou. Como o telefone tocava se nem ao menos havia o instalado?
Olhou para aquela pequena tela, mais uma mensagem. Nela dizia: “Estou perto, consegue ouvir minha respiração? Eu consigo ouvir a sua.”
Ela olhou em volta, a escuridão não ajudava, dava respirações curtas e aceleradas, sentia seu corpo todo tremer.
Mais uma mensagem e ela sabia que aquela era a última: “Você acredita em espíritos?”
Um grito de terror cortou o silêncio da noite.